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Diagnóstico do Inglês Acadêmico Não Nativo

Diagnóstico do Inglês Acadêmico Não Nativo

Os revisores dizem que seu inglês "não soa natural" mas não dizem o que corrigir. Esta ferramenta identifica os padrões que revelam marcas de escrita não nativa aos editores: uso de artigos, excesso de conectivos, decalques do português, inconsistência nos tempos verbais. Para cada um, você recebe uma frase do seu texto ao lado do que escreveria um acadêmico nativo, e a regra para aplicar por conta própria. Máximo cinco padrões por análise. Não fabrica problemas se sua prosa já é fluente.
#Pesquisa#Escrita#Educação
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3
Como usar
Executar na Capafy
Também em aplicativos externos
Fornecido pelo publisher
Claude Sonnet 4.6

O que faz

Lê seu texto acadêmico e identifica os padrões sistemáticos que o marcam como inglês não nativo aos editores e revisores. Para cada padrão, mostra uma comparação de antes e depois usando suas próprias frases: o que você escreveu ao lado do que faria a prosa acadêmica nativa. Entrega a regra para aplicar ao resto do texto por conta própria.

Como é a comparação

O que você escreveu: "the analysis of four types' systems of body representation shows that the causality between the belief and the behavior is general phenomena within all human societies"

O que a prosa acadêmica nativa faz: "analysis of four body-representation systems shows that causality between belief and behavior is a general feature of human social life"

Por quê: Substantivos abstratos usados como categorias gerais (causality, belief, behavior) não levam "the." "General phenomena" tem dois problemas: phenomena é plural, então "is" deveria ser "are," e a palavra certa aqui é feature ou pattern, não phenomena.

A regra: Para substantivos abstratos usados como categorias gerais, não como instâncias específicas já introduzidas no texto — sem "the."

Padrões que diagnostica

Até cinco padrões por análise, priorizados pelo impacto. O conjunto completo que o diagnóstico procura:

Erros de artigos (the, a, an, ou ausência de artigo — o sinal não nativo mais comum). Uso excessivo de conectivos no início de frase (Moreover, Furthermore, In addition). Erros com substantivos contáveis e incontáveis (informations, evidences, researches). Decalques do português (traduções diretas gramaticalmente possíveis mas não idiomáticas). Inconsistência de tempos verbais em revisões de literatura (tense inconsistency). Deslocamento para a voz passiva impessoal onde a primeira pessoa é o padrão (passive displacement). Cadeias de nominalização, onde os verbos ficam enterrados em frases nominais (nominalization chains). Calibração da modalização, quando as afirmações estão super-modalizadas ou sub-modalizadas (hedging calibration: over-hedged or under-hedged claims). Uso excessivo de coordenação, cadeias longas de and e but onde a subordinação seria mais clara (coordination overuse).

Análises sucessivas

Diga à ferramenta quais padrões do diagnóstico anterior você já abordou. Ela verifica se as correções estão completas e traz à superfície o próximo nível de padrões. A ferramenta trabalha iterativamente enquanto você revisa.

Comprimento do texto

Funciona sobre textos acadêmicos qualitativos de 500 palavras ou mais: artigos completos, capítulos, seções de tese, ou trechos substanciais. Não foi construída para resumos sozinhos — para esses, use a ferramenta First-Draft Abstract no meu perfil. O diagnóstico precisa de texto suficiente para que os padrões se tornem visíveis.

O que não faz

Reescrever o texto. Não corrige nada, nem mesmo na comparação de exemplo — o modelo é um molde, não uma correção, e a revisão final cabe a você. Não diagnostica argumento ou estrutura (para isso, use Diagnóstico Editorial para Artigos Acadêmicos).